segunda-feira, dezembro 18, 2006

O caso do duende

Antes de qualquer coisa, eu não acredito em duendes, fadas, gnomos ou qualquer coisa pequena e verde com formas humanas e poderes supostamente mágicos. Ocorre que eu tinha que passar uma idéia num cartaz. A colega sugeriu falar do pote de ouro no fim do arco-íris. Segui. A idéia “O pote existe. Corra!” me pareceu bem convincente. Usar um mito como metáfora para trabalho, capacidade, força ou algo parecido era uma boa idéia.
Há que se quebrar a história, mas é por uma boa causa. Pra que você entenda como tudo aconteceu logo comigo, você deve ter a ciência de que Murphy, aquele desgraçado autor de uma lei horrorosa, me odeia.
Continuando: o cartaz foi feito. Tinha um arco-íris e um duende feliz de gorro verde sentado nele. Uma gracinha. Mágico. Tudo seria perfeito, se ele não tivesse que ser entregue a um professor aterrorizante com cara de maluco. Saí de casa com 50 minutos de antecedência e fui ao posto de gasolina esperar a amiga que me buscaria. Ela não apareceu. Faltando 15 minutos para a aula, entrei num ônibus que provavelmente chegaria ao meu destino em meia hora, e fui. Por sorte tinha um lugar. Pensei que o cartaz estava seguro. Eu ia sentada!
Aí vem o clímax da história. Tandandandan, rufaram os tambores imaginários de um além cruel. O vento aumentou proporcionalmente à velocidade do ônibus. E, por alguma lei física muito bizarra: meu cartaz lindo com um duende sentado num arco-íris voou na ponte.
Seria cômico, se não fosse trágico. O importante nessa palhaçada toda não é a cara do professor, mas a minha angústia e dúvida em dizer ou não a verdade. Creio que tive minha nota. Fique feliz por essa pobre mortal. Enfim, essas histórias malucas podem perfeitamente acontecer. Aconteceu comigo. Sorria!

6 comentários:

Juliana Marchioretto disse...

essas histórias acontecem comigo também..

e depois de serem trágicas, viram cômicas..

beijos

FLORA disse...

Sei lá...
Saudades de vc minha psica linda...

Simone Azevedo disse...

fui testemunha do estado de desespero em que essa pessoa se encontrava no momento que deu a notícia pra suas colegas de grupo.
seria cômico se não fosse trágico!
E foi cômico porque não chegou a um fim trágico.
Nós não ficamso sem nota, pois uma fragmentação ideológica no grupo contribuiu para a confecção de outro cartaz.
O cartaz que salvou a nossa nota!
O plano B.
Talvez o duende tenha se rebelado.
Talvez tenha pensado que só queríamos fazer média pra roubar seu pote de ouro.
E talvez essa sua revolta e sua vontade de permanecer anômimo, ou seja, não ser deflagrado em um trabalho do Potti, fez com que houvesse essa discórdia dentro do grupo para que fizessemos outro cartaz.
Acho que o duende queria fugir.

Digs disse...

o.O q estoria!!!
inacreditavel.. isso ate merece um filme rs!
zoera!

to viciando nesse blog.

somebody disse...

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