terça-feira, janeiro 24, 2012

Um banquinho, um violão

Quando for pra a gente se envolver, que seja lento. Que a gente se conheça antes, um pouco, aos poucos. Que os mínimos detalhes sejam postos na mesa, personalíssimos. Que você implique antes com meu jeito e eu com seu corte de cabelo. As noções de mundo sejam compartilhadas junto com cerveja, vinho, vozes altas e embaraços. A gente se desembarace sei lá como.
Que o toque venha natural e depois fique vulcânico. E a gente se irrite um com o outro, discuta, brigue. Antes. Você se atente para o meu ontem, eu me atente para o seu amanhã.
Então, que eu não te sugue a alma por inteiro em três dias, nem chore. Que você não declare posse de nada, nem do meu corpo. E que nossos corpos se entendam num ritmo outro, menos punk e mais bossa.
Sobre, então: amor, sorriso e flor.

4 comentários:

Thais Brandão. disse...

Que tudo flua naturalmente...
Beijos

Estéphanie Mognatto disse...

E a implicancia acaba virando amor e depois , bem, depois é uma coisa que ja nem se sabe mais rs.

bjinhu

Maria Carolina disse...

e assim a gente continua a viver.. =)

Maíra Cunha disse...

Adorei! estou seguindo! Ficaria grata com sua visita e siga se gostar:
http://fazdecontatxt.blogspot.com