terça-feira, novembro 28, 2006

Nessa brincadeira de se chapar com cultura eu me perco de mim
ou me encontro
eu ainda náo descobri de onde vem todas as vozes e tudo que me faz ficar ofegante
A pontuação eu perdi








Era pro concretismo sair natural e saiu



eu não sei o motivo dos espaços em branco e eu detesto teclados desconfigurados
é por isso que eu escrevo à mão
estou suja de tinta





alguma coisa em mim diz que eu um dia fui mais que terra

acho que talvez a combinação de elementos exploda agora

eu acho que sou um átomo ambulante.

detesto internet


é mentira


acho que gosto de não querer e não fazer
o meu automatismo vai além do jazz
eu sou samba, amor.
sou pandeiro e rebolado






eu sei que estar só não basta e eu vou além das montanhas com cinco patinhos e areia no biquini.

acho que o sol me ofuscou as vistas.
tive que fechar os olhos o máxinmo possível

e eu não via nada por excesso de luz




muito pra mim é pouco

quero abrir os olhos
e de repente faço-me porra louca e saio gritante com bolsas e fitas vermelas pelo salão de uma festa que não acaba

eu disse não à pontuação
odeio tremas

adoro compassos
num passo












passe muito bem


e leia mais que eu