quarta-feira, agosto 08, 2012

Que ternura brota e floresce




Queria mesmo ser capaz de abraçar o mundo. Dentro dos braços formar ninho e proteger aquela menina, a outra menina e todo mundo que eu não quero ver chorar. De forma alguma eu com mundo nos braços aboliria lágrima. Governaria as coisas salpicando dor e delícia pra encorpar o tempero do molho.
Queria ela com os olhos vivos e os braços firmes, as pernas firmes, cabeça em riste. Queria o mundo coração de moça, e o meu coração materno, paterno, fraterno, eterno.   

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